sexta-feira, 23 de abril de 2010

Água da Torneira é Tóxica


Texto retirado do livro: "O Flúor e Outros Vilões da Humanidade"

O Flúor, desde que foi adicionado a água de consumo, passou a ter como opositores cientistas, dentistas, médicos e ecologistas, preocupados com os seus efeitos sistêmicos em plantas, animais e no Homem.

Seguem-se estudos recentes sobre o Flúor, demonstrando os efeitos maléficos causados por esse elemento, possivelmente o maior vilão de toda a historia do Homem.

Com relação aos distúrbios orgânicos causados pelo flúor, pesquisas têm demonstrado que:

- os sintomas iniciais de fluorose Osteoarticular, são caracterizados por dores nas juntas, que é difícil de distinguir de artrite. De acordo com a revista de fluoretação “Chemical Engineering News”, pelo fato de que sintomas clínicos são semelhantes à artrite, as duas primeiras fases de Fluorose osteoarticular podem ser facilmente mal diagnosticadas (como artrite). Da mesma forma, a própria Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais (de Fluorose osteoarticular) podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite”.


É estimado que aproximadamente 40 milhões de americanos sofrem de artrite, do tipo mais comum, a osteoartrite.

Sendo cumulativo, somente 50% do Flúor ingerido diariamente é excretado pelos rins, o restante fica acumulado nos ossos, glândula pineal e outros tecidos (ou seja, estamos ferra..)

O nível de flúor na água (1ppm) é 100 vezes mais alta que a normalmente encontrada no leite materno, que é de apenas 0,01 ppm.

O Flúor é mutagenico, causa dano cromossômico e altera a função dos espermatozóides, reduzindo assim a taxa de fertilidade. Ele forma complexos com grandes números de metais, inclusive os necessários ao organismo. Altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.

Em 1995 o jornal norte-americano “Neurotoxicology and Teratology” publicou estudos mostrando que o Flúor acumulado no cérebro de ratos produziu déficit comportamental típico de agentes neurotóxicos. No estudo, o Flúor induz dano na região do hipocampo cerebral, área ligada a hiperatividade e déficits cognitivos.

Estudos chineses mostram baixa de Q.I. em crianças, associados a exposição ao Flúor (Li e colaboradores, 1995, Zhao e colaboradores, 1996 e Lu e colaboradores, 2000).

Relatório

Toda água que vem da torneira carrega consigo uma quantidade altíssima de flúor. Segundo a OMS (Organização

Mundia de Saúde) a quantidade máxima permita é de 1,5pmm, sendo que nós humanos só precisamos de no

máximo 0,4pmm de flúor por dia. Aliás, nem sequer precisamos de flúor, já que não existem doenças relacionadas

a sua ausência no nosso organismo. Para que você tenha idéia, a água do mar tem em sua composição 1,3pmm

de flúor. Ou seja, muitas pessoas ingerem água mais concentrada de flúor do que a água do mar. Evidentemente

que é uma comparação absurda. O Flúor é altamente tóxico e nocivo tanto à pele, quanto aos dentes e pior ainda,

ao nosso cérebro. Este elemento funciona como "sonífero" ao sistema nervoso. Ataca as funções cerebrais e nos

deixam com o Q.I (quantidade de inteliência) diminuída. Parece loucura, mas tudo isso é a pura realidade.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Música de navegante
















No ano de 2003 o cantor brasileiro Zé Renato lançou junto ao grupo Trinadus de Portugal um CD
denominado Navegantes. O álbum foi lançado primeiro do outro lado do Atlântico pelos amigos lusitanos. A gravadora Biscoito Fino entregou o álbum em 2004 para os brasileiros com um toque especial de Portugal.

Para os adoradores do mar e dos viajantes marítimos o LP é de ótima categoria. A decisão de gravarem o CD entre o brasileiro e os portugueses veio de uma visita do grupo Trinadus ao Rio de Janeiro no ano de 2002 quando estes apresentaram-se no Mistura Fina. Zé Renato que assistia ao show foi convidado por um amigo à cantar uma música para o grupo. Depois dos portugueses escutarem a voz do brasileiro decidiram convidá-lo a ir para Lisboa, onde as gravações ocorreram.

Zé Renato cantou Nem às paredes confesso de Amália Rodrigues para o grupo Trinadus no Mistura Fina, e daí por diante o sucesso se estabeleceu nesta bela parceria entre Brasil x Portugal.

O Trinadus é composto por 3 intregantes (por isso o nome) os quais atualmente fazem um enorme sucesso do "lado de lá".
São do grupo: João Mário Veiga (viola), Paulo Perreira (guitarra portuguesa) e Maria Balbi (violino).

Som nordestino

Não poderia falta também no meu blog a música dos compositores "da terrinha". Então para os navegantes de plantão indico outro CD.
Um mais grooveado e portanto bastante dançante, o LP denominado Diário de Bordo do músico Adeildo Vieira lançado no ano de 2000.

Além de conquistar o coração nordestino, o paraibano Adeildo Vieira ingressou em uma viagem à Portugal em busca de inspiração para trabalhos futuros, no ano de 2006. O músico afirmou que estava decidido em conquistar o coração dos lusitanos também.

Tsunami no Brasil não é ficção

Risco para o Brasil é mínimo, mas existe.
Onda gigante devastaria cidades costeiras da Paraíba, invadindo lugares com até 10 km de distância do litoral



Os autores da idéia são os geofísicos Steven Ward (Universidade da Califórnia em Santa Cruz) e Simon Day (University College de Londres).

Eles publicaram em 2001 no periódico "Geophysical Research Letters" uma simulação mostrando o que aconteceria se entrasse em colapso uma parte do vulcão Cumbre Vieja, no arquipélago das Canárias, a menos de 200 km da costa noroeste da África.

Uma avalanche de 500 km3 de terreno dentro do oceano elevaria a água cerca de 900 m, concluíram os computadores de Ward e Day.

A oscilação se propagaria em ondas sucessivas, cada vez menores, por todo o Atlântico. Fora as ilhas, o primeiro estrago seria sentido uma hora depois na costa africana, com tsunamis de 50-100 m.

No que toca ao Brasil, o estrago ocorreria seis horas depois do colapso do vulcão. Iria de Fernando de Noronha e da Paraíba até o Amapá. Ondas de 4 m a 18 m se abateriam sobre capitais como Fortaleza, Natal, João Pessoa e São Luís.

Vários pesquisadores brasileiros conheciam a pesquisa de Ward e Day e a mencionaram logo após a tragédia na Ásia. Um dos primeiros foi o físico Celso Pinto de Melo, da Universidade Federal de Pernambuco, que escreveu um artigo para o informativo "Jornal da Ciência".

Melo afirmava no texto que as probabilidades de um evento desses seriam "minúsculas", mas que, na escala geológica de tempo (milhões de anos), até as coisas mais improváveis acabam acontecendo.

Autoridades e competência

Não há sequer sinal das autoridades competentes em divulgar ou expor os fatos perante a sociedade Nordestina bem como a paraibana.
Muito embora pesquisadores de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte tenham colaborado notavelmente com suas pesquisas, nem
a defesa civil e nem o exército brasileiro têm conhecimento, se em caso de risco, de assumir uma postura cabível perante uma tragédia.

Os grandes meios de comunicação como jornais e rádios não se posicionam ou discorrem sobre o ponto de vista dos professores e pesquisadores das Universidades Federais dos estados do Nordeste. Muitos professores baseiam suas experiências em promover uma
ação de proteção social e ambiental do litoral nordestino, mas se vê claramente que as autoridades governamentais não dão a menor credibilidade para esses homens e mulheres que "gastam" seu tempo em prol dos brasileiros.

Proposta e pressão

Propomos então, diante dos fatos, estabelecer uma comunicação saudável (nem tanto) entre a população e as autoridades. Vamos cobrar
a atenção por parte deles, saber as providências e se há um treinamento apropriado dos agentes públicos sobre tsunami no Brasil.

Proponho que todos os interessados liguem pra defesa civil perguntando se por acaso eles tem noção do que seja um plano de ação preventiva. Perguntaremos se em caso de tsunami eles tem meios de evacuação em massa das faixas litorâneas. Perguntaremos se eles tem algum planejamento urbano, espacial ou regional contra um desastre natural. E perguntaremos se eles fazem o que deveriam fazer quando ocuparam os cargos públicos, que no sentido amplo da palavra significa servir ao povo ou ao interesse do povo.

Contatando a Defesa Civil

Nas capitais:
Centro Administrativo Estadual - Bloco III - 1º Andar
Avenida João da Mata S/Nº
Bairro: Jaguaribe
João Pessoa/PB
58015-020

Palácio do Campo das Princesas, Praça da República, s/nº
Bairro: Santo Antônio
Recife/PE
50010-928

Secretaria de Estado do Trabalho, da Justiça e da Cidadania - SEJUC
Centro Administrativo do Estado BR 101 - km 84
Bairro: Lagoa Nova
Natal/RN
59064-901