
Texto retirado do livro: "O Flúor e Outros Vilões da Humanidade"
O Flúor, desde que foi adicionado a água de consumo, passou a ter como opositores cientistas, dentistas, médicos e ecologistas, preocupados com os seus efeitos sistêmicos em plantas, animais e no Homem.
Seguem-se estudos recentes sobre o Flúor, demonstrando os efeitos maléficos causados por esse elemento, possivelmente o maior vilão de toda a historia do Homem.Com relação aos distúrbios orgânicos causados pelo flúor, pesquisas têm demonstrado que:
- os sintomas iniciais de fluorose Osteoarticular, são caracterizados por dores nas juntas, que é difícil de distinguir de artrite. De acordo com a revista de fluoretação “Chemical Engineering News”, pelo fato de que sintomas clínicos são semelhantes à artrite, as duas primeiras fases de Fluorose osteoarticular podem ser facilmente mal diagnosticadas (como artrite). Da mesma forma, a própria Organização Mundial de Saúde alerta que casos iniciais (de Fluorose osteoarticular) podem ser diagnosticados como reumatóides ou osteoartrite”.
É estimado que aproximadamente 40 milhões de americanos sofrem de artrite, do tipo mais comum, a osteoartrite.
O Flúor é mutagenico, causa dano cromossômico e altera a função dos espermatozóides, reduzindo assim a taxa de fertilidade. Ele forma complexos com grandes números de metais, inclusive os necessários ao organismo. Altera enzimas onde o magnésio é um importante co-fator e carreia Alumínio para o cérebro, agravando o Alzheimer.
Em 1995 o jornal norte-americano “Neurotoxicology and Teratology” publicou estudos mostrando que o Flúor acumulado no cérebro de ratos produziu déficit comportamental típico de agentes neurotóxicos. No estudo, o Flúor induz dano na região do hipocampo cerebral, área ligada a hiperatividade e déficits cognitivos.
Estudos chineses mostram baixa de Q.I. em crianças, associados a exposição ao Flúor (Li e colaboradores, 1995, Zhao e colaboradores, 1996 e Lu e colaboradores, 2000).
Relatório
Toda água que vem da torneira carrega consigo uma quantidade altíssima de flúor. Segundo a OMS (Organização
Mundia de Saúde) a quantidade máxima permita é de 1,5pmm, sendo que nós humanos só precisamos de no
máximo 0,4pmm de flúor por dia. Aliás, nem sequer precisamos de flúor, já que não existem doenças relacionadas
a sua ausência no nosso organismo. Para que você tenha idéia, a água do mar tem em sua composição 1,3pmm
de flúor. Ou seja, muitas pessoas ingerem água mais concentrada de flúor do que a água do mar. Evidentemente
que é uma comparação absurda. O Flúor é altamente tóxico e nocivo tanto à pele, quanto aos dentes e pior ainda,
ao nosso cérebro. Este elemento funciona como "sonífero" ao sistema nervoso. Ataca as funções cerebrais e nos
deixam com o Q.I (quantidade de inteliência) diminuída. Parece loucura, mas tudo isso é a pura realidade.
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